Isso acontece pelo alto número de diagnósticos realizados nos últimos tempos e pela quantidade de informações contida na internet, verídicas ou não.
De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), 1 a cada 44 crianças nascidas fazem parte do espectro autista.
Além disso, a estimativa é que 2 milhões de pessoas no Brasil tenham autismo.
Alguns sintomas são facilmente percebidos por pais ou cuidadores, como o atraso de fala, ausência de contato visual, não brincar de forma funcional com os brinquedos ou utiliza-los para empilhá-los, andar na ponta dos pés, entretanto, apesar de sintomas que são comuns entre crianças com TEA é preciso buscar ajuda médica. É esse especialista da área da saúde o responsável por diagnosticar e encaminhar a criança para terapia.
Um diagnóstico precoce auxilia na inserção rápida nas terapias, e a neuroplasticidade da criança torna mais fácil o aprendizado, mas crianças grandes ou adultos TEA também precisam de acompanhamento para evolução.
Caso você perceba algum desses sinais em alguém, procure ajuda médica para que ele possa diagnosticar ou excluir a hipótese. Esse é o primeiro passo.


